A Mato Alto foi fundada no ano de 2014, na cidade de São Paulo  fruto de um esforço para realização de um sonho: poder trabalhar de forma autônoma na disseminação e implementação da Permacultura através da Educação Ambiental. A inciativa é produto de uma caminhada de vida dos fundadores Cauã Messinetti  e Mariana Barroso em busca de uma forma de se viver  mais justa com o meio e com os seres vivos , posteriormente agregamos uma parceira de caminhada Julia Grunwald para compor nossa equipe do bem.  Hoje a Mato Alto atua  na cidade de São Paulo  e na região de Sorocaba facilitando oficinas, cursos, palestras,  vivências, eventos, e implementando projetos.

 

MISSÃO

Disseminar práticas que promovam reflexão e semeiem mudanças de paradigmas utilizando-se dos pilares éticos da Permacultura (cuidado com as pessoas, cuidado com a terra e partilha justa) como caminho orientador. Associado a isso,  promover autonomia através do fortalecimento das dinâmicas locais de  forma a fornecer ferramentas para que cada local  seja capaz de alcançar seu máximo potencial.

 

VISÃO

Passar adiante o conhecimento adquirido durante nossa caminhada de forma a  viabilizar  interconexões entre as redes já existentes fornecendo, quando necessário, elemetos  novos para  a transformação  dos sonhos em realidade.

 

 

 


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Mari Barroso

Mãe, graduanda em Gestão Ambiental pela USP Leste, facilitadora em Ginecologia Natural. Realiza oficinas para grupos de jovens mulheres, redes e coletivas que buscam autonomia. Idealizadora e colabordora do Coletivo Urbano Rural de Reforma Alimentar – CURRAL, também possui cursos na área de captação de água de chuva, inclusive NBR 15.527. Hoje atua unindo todos conhecimentos adquiridos como gestora ambiental para tratar de questões como consumo consciente, cuidados pessoais e o resgate ds plantas medicinais através de seu projeto Maribruxa.

 

Cauã Messinetti

Pai, graduando em Gestão Ambiental pela USP-Leste, Educador ambiental apaixonado por desenvolver atividades com crianças, permacultor especializado em Compostagem, trabalhou na Morada da Floresta como suporte das vermicomposteiras e coordenando o projeto Escolas Mais Orgânicas, também adora trabalhar com Abelhas sem Ferrão. Idealizador e colaborador do Coletivo Urbano e Rural de Reforma Alimentar, fez cursos de construção de cisternas, bioconstrução, sobre a cultura do Bambu e Melipolicultura.